19.4.17

Resenha| O Duque e Eu

19.4.17
Recebido em parceria com a Editora Arqueiro

Finalmente eu comecei a ler a série dos Bridgertons na ordem certa! Provavelmente todo mundo no universo já leu esse livro, mas vim trazer minha resenha.

O Duque e Eu vai nos apresentar a quarta filha de Violet e Edmund, Daphne Bridgerton. A moça já está na idade de casar e inclusive, pra época, já está demorando demais pra arranjar um pretendente. O único que “a quer”, Nigel, ela não tem interesse nenhum. Violet já está um pouco desesperada querendo casar a filha e a pressão sobre Daphne só piora com a coluna de Lady Whistledown (uma fofoqueira de primeira). 

"[...] Nesse momento, Daphe entendeu que seria uma tola se não se apaixonasse por ele." - p. 90

Nisso, chega na sociedade Londrina o Duque de Hastings, Simon. Ele foi embora muito novo, bem novo mesmo. Sua mãe faleceu no parto depois de inúmeras tentativas de dar um filho – de preferência homem – ao duque Pai. O problema é que o desenvolvimento de Simon foi um pouco mais complicado que o das outras crianças e nosso nada querido duque Pai rejeitou o menino. O que criou uma ferida muito grande em Simon. 

Resenha | Ligeiramente Seduzidos


Gervase Ashford, o conde de Rostforn foi banido da Inglaterra 9 anos atrás por Wulfric Bedwyn. Gervase está em Bruxelas aproveitando mais um dos bailes que a alta sociedade inglesa proporciona, lá ele encontra Morgan, que é nada mais e nada menos que irmã de Wulfric, o responsável pelo nosso Conde ter ficado tanto tempo longe da Inglaterra.

Em primeiro momento, Gervase vê Morgan como ela é: jovem, muito bela e nascida em berço de ouro. Mas depois de reconhecer de quem ela é irmã, ele vê a oportunidade que há muito queria. Mas Morgan não é tão inocente, ao contrário disso, ela se mostra uma personagem bem independente e madura, logo percebe as segundas intenções do duque transformando a história.


Eu tenho muito problema com séries de livros, mas os romances de época dão uma abertura onde a gente não precisa seguir a ordem certa. E dos livros da série Os Bedwyns, o que mais me chamou atenção foi esse, então decidi pegar logo. Atenção, esse é o quarto livro da série ok?


Não tinha tido contato com a escrita da Mary, mas percebi que a autora gosta muito de inserir contextos históricos e sociais em suas histórias. Por exemplo, nesse – mais que nos outros livros – temos como pano de fundo a possibilidade de finalizar a batalha política entre Inglaterra e França. Sobre a parte social, nesse livro vemos o desejo de vingança, diferenças sociais entre pessoas e também as consequências de uma guerra.
 

A narrativa é feita na terceira pessoa e vemos que todos – incluindo Gervase e Morgan – estão tentando aproveitar ao máximo o que a sociedade ainda pode oferecer enquanto esperam os ataques da guerra. Além dos bailes e divertimentos, a maior das intenções de Morgan em estar na Bélgica é observar as batalhas. O sangue e todas as outras dores que a guerra traz. É interessante ver a evolução de Gervase que se aproxima de Morgan para tentar sujar sua honra como uma vingança ao irmão dela. Mas ao longo da leitura temos uma mudança no nosso personagem. Eles acabam sabendo que existem coisas interessantes um no outro.


A escrita é bem fluída, demorei um pouco a engatar e pegar o ritmo, mas isso se resolveu. Foi meio difícil pelo contexto histórico, pelo o que eu vi de resenhas, esse foi o livro que a autora mais usou dessa ferramenta. Isso não me incomodou, só isso do ritmo inicial que citei. Inclusive, foi um diferencial de outros romances de época. Esse foi o primeiro que eu li que tiveram cenas representativas de Guerra.


Recomendo sim a leitura! Não sei se vou ler os outros livros da série, mas esse com certeza é bom! 
 
 
13.4.17

Resenha | Uma Pequena Mentira

13.4.17
Recebido em parceria com a Rocco

Uma Pequena Mentira é o segundo livro da série Ten Tiny Breaths de K. A Tucker. Já aviso que eu li ele sem ler o primeiro porque percebi que dava numa boa. Eu não fiquei perdida em nenhum momento da história, talvez tenha pego spoiler do primeiro, mas não tem importância.


Livie foi sobrevivente de um acidente que matou seus pais quando ela tinha 11 anos. Desse acidente, Kacey sua irmã – também sobreviveu, apesar de algumas cicatrizes. Enquanto o primeiro livro da série fala de Kacey, o segundo foca em Livie. Ela sempre foi a filha mais ajuizada, apesar de ser a mais nova. Num lar cheio de amor, Liv guarda as palavras do seu pai Irlandês “me faça orgulhoso” e é isso que desde então ela faz. Perfeitamente.
 
7 anos depois do acidente, ela entra em Princeton; o sonho de seu pai, já que ele estudou lá. O plano dela é se formar em medicina com notas excelentes, e quem sabe encontrar alguém nos parâmetros de seu pai para casar. 
 
"[...] É como se você absorvesse a dor alheia. Apesar da sua timidez extrema você faz praticamente qualquer coisa para não falhar." - p. 73

Mas é óbvio que a vida não funciona nesse piloto automático todo.  
 
Nisso ela conhece Reagan, sua colega de quarto que adora festas. E ela também conhece Ashton, que tem AQUELA fama na Faculdade, apesar de ser comprometido. Ele vira os planos dela de cabeça pra baixo. Né, Irish?
 
 
10.4.17

Resenha | Melhores Amigas

10.4.17
Recebido em parceria com a Editora Rocco

Melhores Amigas é um new adult com – obviamente – duas personagens femininas. Amy e Bev. Elas se conheceram ali pela casa dos 20, e nisso planejaram um futuro brilhante. Permaneceram amigas e sempre juntas. Consolando uma a outra, comendo, se perguntando das escolhas que fazem... até que elas chegam aos 30 e a realidade não chega nem perto do que elas tanto imaginavam.

Amy namora com Sam e depois de receber um aviso que seu aluguel vai aumentar – e aí ela não conseguirá pagar –, pensa em ir morar com ele. Mas Sam está prestes a ir pra Espanha em uma oportunidade única. Amy entra em “desespero”, não porque o namorado vai para Espanha, mas sim porque ela vai provavelmente ficar sem teto já que não pode pagar o aluguel. Amy trabalha num blog, não se sente feliz na profissão, ela sempre sonhou em trabalhar no mundo editorial – inclusive já o fez e era “conhecida” – e agora tenta de alguma forma voltar a esse mundo.
 
"Quero que tenha curiosidade em saber o que está acontecendo comigo, não apenas me use para descarregar todos os seus sentimentos ruins, como se eu fosse sua terapeuta. Preciso que você se importe comigo, não que fique ressentida." - p. 207
 


Bela Psicose - 2016

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