18.10.18

Resenha | Mas Tem que Ser Mesmo Para Sempre?



 
 
❝[...] As coisas não melhoraram em nada. E eu não posso nem suspirar nem revirar os olhos nem exclamar “estou tão estressada!” porque essas são coisas, percebo agora, que você faz quando não está de fato preocupada. Quando está inquieta de verdade, você fica em silêncio, rói as unhas e esquece de passar o batom.❞ - p. 238⠀

Mas Tem que Ser Mesmo Para Sempre traz a história de Sylvie e Dan. Um casal com C maiúsculo. Se conhecem como ninguém, são parceiros pra tudo, e possuem sua família incrível com suas filhas gêmeas. Eles tem uma surpresa quando um médico diz que eles ainda vão viver por MUITOS anos, 68 pra ser exata e isso faz Sylvie (mais que Dan) SURTAR. Ela cria um projeto de o casal se surpreender de inúmeras formas, mas acaba dando bem errado e coisas escondidas vão ser trazidas à tona.⠀

Pela nota, vocês conseguem saber que a minha experiência não foi lá essas coisas né? O início do livro é bem engraçado, todo o surto da Sylvie de “aí meu Deus, vou ficar todo esse tempo com ele???” chega até a ser natural, mas depois, com as surpresas, as coisas ficam muito difíceis.⠀

A personagem pra mim se tornou intragável, não consegui me apegar a ela, tive pena do Dan. Sylvie idolatra o pai falecido (que era bem sucedido, lindíssimo, sensacional), e a sua família nunca aceitou Dan por ele não ser como o pai de Sylvie. E ela fala muito que “ama o Dan justamente por ele não ser igual ao pai”, mas é mentira, ela compara os dois e até acha que Dan tem I.N.V.E.J.A do cara. É absurdo. O Dan realmente tem sentimentos controversos em relação ao pai da esposa, mas é explicável.⠀

Passei grande parte da leitura arrastando com a barriga, só nas últimas 80/100 páginas foram razoáveis, aparece uma suposta problemática dentro do casamento, mais um surto da Sylvie. Esse não foi tão engraçado, porque não teve embasamento nenhum. E eu queria ver ela quebrar a cara rs (sim, eu sabia que ela ia quebrar a cara); (desculpa, mas eu realmente não gostei dessa personagem).⠀


Temos algumas reviravoltas que eu não imaginei, e gostei (batia um pouco com a impressão que eu tinha) mas eu tava tão estressada com Sylvie que nem consegui aproveitar muito a finalização da história.⠀

Não soube lidar com Sylvie, ela foi muito imatura, levada demais pela emoção e o que era pra ser o plot de chick lit (o surto porque vai ser pra sempre o casamento) acabou sendo um tiro pela culatra. No final do livro ela tem um desenvolvimento necessário, mas nem assim desceu. Dan é um cara incrível.⠀

Se você já leu, comenta aí comigo suas opiniões. E lembrando que, o fato de eu não ter gostado, não significa que você não vá gostar! Leia e tire sua própria opinião.
 

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28.9.18

Resenha | Tudo Aquilo que Nos Separa






Uma publicação compartilhada por Bela Psicose (@belapsicose) em



❝[...] Já parecia que fazia anos que eu o conhecia. Que fazia uma vida inteira. Parecia que havia nos prometido ao nascermos, alinhando os caminhos, planejando tudo até finalmente nos encontrarmos.❞ - p. 15

Tudo Aquilo que Nos Separa vai trazer a história de Sarah, uma mulher que mais ou menos 20 anos atrás perdeu alguém muito importante. Tão importante que precisou ir embora de sua terra natal - Inglaterra - para se refazer. Em Los Angeles, ela trabalha em uma ONG de palhaços-doutores criada com Reuben, que atualmente é seu ex-marido, mas de algum jeito eles ainda conseguem trabalhar juntos.

Todo ano, Sarah volta para Gloucestershire, onde todo o sofrimento ficou, mas dessa vez, ela acaba encontrando Eddie no caminho. Eles instantaneamente criam uma conexão e uma paixão intensa. Eles vivem 7 dias incríveis, mas Eddie tem uma viagem para fazer - que ele prometera que cancelaria se ela pedisse - e Sarah tem coisas a resolver em Londres. Eles combinam que cada um vai fazer o que precisa e que eles vão dar um jeito. Eddie promete que vai ligar, mas por algum motivo, isso não acontece.

Sarah fica ao ponto de surtar tentando entender o motivo de Eddie ter desaparecido, e ela sente que algo muito ruim aconteceu. Ela liga, manda mensagem, e-mails, mas nada é respondido. Algumas coisas bem estranhas começam a acontecer, telefonemas silenciosos, uma mulher sempre a cercando e no meio disso tudo, Sarah descobre que Eddie está vivo, mas não quer contato.

A narrativa do livro é na primeira pessoa, em grande parte pelo ponto de vista de Sarah e sua procura e tentativa de compreender tudo que está acontecendo. A história é bem intrigante, demorei um pouco pra me conectar ao enredo, mas depois as coisas fluíram melhor. Vi muitos comentários que era uma narrativa que te enchia de lágrimas, mas não chorei nenhuma vez (será que tenho um problema? Hahaha).


❝[...] Acho que aprendemos que é melhor nos concentrar no que temos do que no que não temos.❞ - p. 141
O livro tem uma reviravolta interessante, que até metade da leitura não tinha passado pela minha cabeça, mas não é algo que você vai ler e falar “NOSSA”. A autora escreve a aflição de Sarah de um jeito palpável ao leitor, e isso me deu um pouco de ansiedade, por isso acabei de uma vez a leitura rs. Não sei muito bem explicar, mas na minha opinião faltou alguma coisa. Não foi uma história que me cativou, eu só fiquei tão nervosa que precisava saber o que acontecia. Os personagens principais tem conflitos que deram drama a narrativa, mas não senti que foram realmente bem resolvidos. Tenho a impressão de que Sarah precisava de uma intervenção terapêutica (sério rs).⠀

Não foi uma leitura ruim, mas também não foi super cheia de emoções como achei que seria. Tive problemas com o “desenvolvimento” meio fake da Sarah, com o romance, com a resolução dos problemas entre ela e Eddie… sei lá. Foi uma leitura estranha que me deixou angustiada, e não só de um jeito “ah essa é a intenção da autora”, mas de um jeito “ok, estou literalmente SOFRENDO lendo”. A história conta com alguns “flashback” do passado de Sarah que são importantes pra entender o presente dela e eles são apresentados em formato de e-mail que ela envia pro Eddie. 

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14.9.18

Resenha | A Construção de Noah Shaw






Possíveis spoilers da trilogia Mara Dyer⠀

❝Manter segredos é o mesmo que atirar o coração para o alto e brincar de pegá-lo sozinho. Mas, na realidade, é com o amor do outro que você está brincando, com a felicidade dele. Sempre me perguntei como as pessoas conseguem fazer isso.❞ - p. 149

A Construção de Noah Shaw é uma releitura que fiz. Michelle Hodkin resolveu dar para o leitor (pelo menos eu) o que ele tanto queria: o ponto de vista de Noah. O livro começa mais ou menos de onde parou a trilogia original. No primeiro volume das Confissões de Noah Shaw vamos ver o afastamento de Noah e Mara por diversos segredos que eles escondem um do outro. Principalmente Mara, que fez coisas que não deveria ter feito e que Noah não faz ideia.
 
❝Não se pode esconder um segredo da pessoa que se ama e esperar que não o mude também.❞ - p. 148
Nessa nova história, os “Agraciados” que foram manipulados e estudados pela Dra. Kells estão se matando e Noah, com um dos seus dons, consegue ver o exato momento em que algum deles está no processo do suicídio. Ele, Mara, Jamie e Daniel e mais alguns personagens que são colocados nessa nova trilogia, como Ganso, amigo de infância de Noah, vão atrás de descobrir a motivação e quem está fazendo esses agraciados se matarem.


❝Não tinha me dado conta de que o mero fato de minha existência já me tornava um jogador. Como venço no jogo de outra pessoa, com regras feitas por ela?❞ - p. 288
 
O título é bem sugestivo porque realmente começamos a ver como Noah, desde antes de nascer, era “predestinado” a ser algo. Exatamente, algo. Não alguém. E ele está em conflito por isso, por causa dos segredos de Mara e a sua crescente desconfiança (não posso mentir, adorei essa parte porque faz MUITO sentido com o “projeto" ao qual eles foram destinados. COERÊNCIA o nome), por causa de seu pai, Abel Lukumi e até mesmo sua mãe. E agora ele vê inúmeras pessoas se matando. Algo que sempre foi uma tendência dele. Deu pra notar que o livro tem gatilhos relacionados a suicídio né? A autora colocou uma nota um tanto irônica nas primeiras páginas alertando sobre isso rs.⠀

❝[...] Todos nós temos papéis. Os que achamos que estamos desempenhando, os que os outros acham que estamos desempenhando, e os que de fato desempenhamos. Mas o jogo foi pensado e colocado em ação muito antes de aparecermos no tabuleiro. [...] Nós todos temos uma herança. Seja dono da sua. [...] Só aceite entrar nos jogos que sabe que tem chances de ganhar.❞ - p. 231⠀

A história é cativante, como a trilogia Mara Dyer INTEIRA foi. E agora pelo ponto de vista de Noah, foi basicamente uma benção bem torta haha. Michelle continua escrevendo maravilhosamente bem, com suspense, reviravoltas bem colocadas e claro, UM CLIFFHANGER pra segurar o leitor ansioso até o lançamento do segundo livro, que é em Novembro de 2018. Então aguardem a resenha de The Reckoning of Noah Shaw!⠀


❝As cicatrizes invisíveis são as que doem mais.❞ - p. 137


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27.8.18

Parceiros | Skull Clothing


Um tempinho atrás o pessoal da Loja Skull me contatou para fazermos uma parceria e cá estou eu para divulgar o que eu recebi de lá.

A Skull tem várias opções de estampas voltadas pro street wear, na aba de Quem Somos eles explicam de onde surgiu a ideia para a marca:

Com 3 anos de mercado, a Skull Clothing foi criada com intuito de oferecer conforto e estilo a todos. Com a vontade de provocar mudanças no lifestyle dos nossos consumidores, Henrique Oliveira e Marcelo Ferretti, abusam da diferenciação na hora da criação das peças, sempre com novidades no segmento street wear, com modelos únicos e pensados para nossos clientes. Com um portfólio cada vez maior, hoje em dia temos desde peças Básicas , Calças de Moletom, Camisetas Sleeveless até Camisetas Personalizadas. Buscando sempre transmitir a energia da Skull em nossa peças. A ideia inicial foi de criar uma marca de roupas voltadas para o universo do skate, hip-hop e street wear, que é a nossa paixão e motivação. Ao comprar roupas, sentíamos que com o passar dos anos, tudo deixava de ser encaixar ao nosso gosto. Aí, surgiu a grande ideia que nos guia até hoje. Se não encontramos nada no mercado que converse com nosso Lifestyle, então vamos criar o nosso próprio. Levando em conta os nossos interesses, trazendo o gostinho dos anos 80, 90 e 2000 à tona, mas sempre com um toque atual, começamos a produzir a nossas próprias camisetas. Nossos clientes começaram a se interessar cada vez mais por nossos produtos, que inicialmente era criado dentro de nossas próprias casas. Assim, nasceu a Skull Clothing, que tem como objetivo ser uma marca criativa para pessoas únicas.

Eu recebi uma longline (aquela camisa que tem o comprimento maiorzinho) com a estampa do V (de Vingança) nesse estilo Faraó. Escolhi essa porque V de Vingança é um dos meus filmes favoritos da vida!






A estampa não é aquele tipo que fica saltando no verso da camiseta (o que inclusive me dá muita gastura); o tecido parte frontal Dryfit 100% Poliéster e o resto é 100% algodão, muito gostosa de vestir. A minha foi o tamanho M, mas eu com certeza poderia ter pedido o P rs.

Eles liberaram um cupom de 10%, é só colocar #Belapsicose10% na parte de desconto no carrinho e ser feliz!

Vocês deveriam dar uma olhada no site deles, é só clicar aqui. A Skull tem longlines, bermudas, bonés, camisas, moletons, regatas e outros. Uma variedade de estampas diferentonas e com certeza você vai encontrar alguma que te agrade! <3


Bela Psicose • 2014 - 2018 Feito com ♥ por Lariz Santana