6.2.17

Resenha | Fellside

6.2.17


Jess Moulson vive um relacionamento abusivo e mora num apartamento com o respectivo namorado. Também no prédio vivia Alex, um garoto muito introspectivo, mas que acabou se ligando a Alex. A leitura se inicia quando Jess está no hospital, uma das enfermeiras informa que houve um incêndio no apartamento onde ela vivia com o namorado – inclusive de início a ideia do incêndio parece ter sido por causa do namoro. A nossa protagonista não sabe como o incêndio aconteceu e nem se alguém além dela se machucou – ela ficou com parte do rosto queimado, mas ela tem a face “reconstruida”. 

No julgamento dela - sim, ela acaba presa – Jess descobre que Alex morreu por conta do acidente. Como ela não se lembra de nada, acaba aceitando o fato de ter matado o menino e cria aquela culpa do sobrevivente.




A sentença dela é Fellside, uma prisão de segurança máxima. Mas como Jess meio que desiste de si, ela entra em greve de fome e seu estado é muito crítico. Ela já chega em Fellside indo pra enfermaria, e lá ninguém gosta dela já que ela foi condenada pelo assassinato – aparente – de uma criança.

Só que as coisas mudam quando ela sonha uma uma criança que está perdida no mundo dos sonhos/dos mortos e ela deduz que é Alex. Nisso ela decide que precisa viver pra ajudá-lo.

A história é bem interessante, ver Jess nessa luta pra salvar o “espírito” do menino e até procurar redenção pra si... O livro tem muitos capítulos, mas eles costumam ser pequenos o que torna a leitura bem rápida. O desenvolvimento dos personagens foi excelente e o correr da história também. Acredito que se você é fã de thrillers psicológicos, essa é a leitura pra você. 








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