10.7.17

Resenha | Belas Maldições

10.7.17
Recebido em parceria com o Grupo Editorial Record

Belas Maldições traz a história de dois amigos incomuns. Um demônio chamado Crowley e um anjo chamado Aziraphale, os dois sempre viveram na terra e criaram uma empatia por esse lugar. O problema é que o apocalipse está próximo e eles vão fazer de tudo pra que isso não aconteça.


O apocalipse só pode acontecer se uma criança (ele é tipo o anticristo) quiser, então nossa dupla vai tentar remover a ideia da cabeça do nosso pequeno serzinho que se chama Adam. No aniversário de 11 anos do menino os Cavaleiros do Apocalipse aparecem pra o levar e dar início ao fim de tudo.
 
"Existe o Certo e existe o Errado. Se alguém faz o Errado quando lhe dizem para fazer o Certo, merece ser punido." - p. 10





O livro é narrado na terceira pessoa intercalando alguns pontos de vista. A história tem algumas referências bíblicas (e obviamente acaba tendo um tom meio ofensivo), confesso que foi meio difícil seguir a leitura em alguns momentos - a leitura é meio lenta, mas de resto, é uma escrita bem engraçada com uma tonalidade sarcástica. 

"O futuro veio e foi embora de forma levemente desencorajadora que os futuros têm." - p. 126

Gaiman e Terry fizeram um trabalho diferente com críticas referentes ao meio ambiente (poluição), as guerras e como o homem vive em busca de uma perfeição inexistente. Tudo é muito bem desenvolvido – personagens e história – com uma narrativa razoável. 
 
" –Você está dizendo que a criança não é potencialmente má por natureza?"
– Ela é potencialmente má. Potencialmente boa também, esperando ser moldado." - p. 57

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