22.7.17

Resenha | Melodia Mortal

22.7.17
Recebido em parceria com a Rocco

Sabe quando o impulso ao ver Sherlock Holmes te leva a uma decepção? Foi isso quw aconteceu com Melodia Mortal.


Quem já conhece as histórias de Conan Doyle sabe que Holmes é apaixonado por música – uma das poucas coisas que o ajudam a aumentar seu QE (quociente emocional) – e obviamente todos sabem que ele é um detetive que utiliza os poderes de dedução como ninguém. Daí Sherlock decide investigar as mortes de grandes músicos como  Beethoven, Mozart, e Tchaikovsky. E no “futuro”, muitos anos depois, a Confraria de Médicos Sherlockianos discute as descobertas do nosso Detetive. 
 
É um enredo excelente certo? Sim! A ideia é ótima... Já a execução deixa a desejar. 






Quando a gente lê que Sherlock e Doutor Watson vão investigar as mortes de grandes músicos, a gente logicamente pensa que: eles vão investigar a morte desses artistas, mas na realidade, nossa famosa dupla investiga casos “comuns” e o Sherlock os liga a alguma morte de um desses músicos. E o que mais me decepcionou é que a parte Sherlock/Watson é muito rápida em comparação com a parte dos médicos da Confraria.


O livro tem a mesma dinâmica, não é uma história completa (começo, meio e fim). São os contos e depois a discussão da Confraria. A parte Sherlock/Watson é divertida em alguns pontos porque simula bem a narrativa usada por Doyle, mas a Confraria foi muito arrastada. Achei bem desnecessário, se tivesse tido pelo menos um aprofundamento nos personagens desse lado do livro teria sido melhor de ler.


Eu fiquei bem decepcionada com o livro, talvez fui com muita expectativa. Não deixe de ler o livro e tirar suas próprias conclusões só por causa da minha resenha ok? Lê aqui a resenha da Paac que foi positiva!


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