11.5.18

Resenha | Os Quase Completos


O quase completos conta as histórias de três personagens: o Quase Doutor é um cardiologista muito conhecido, mas que na realidade é um artista frustrado que nunca pode viver seu sonho. A Quase viúva é uma professora que está de licença porque passa os dias em um hospital com seu noivo que está em coma. E o Quase repórter é um jornalista que se decepcionou com a carreira e que perdeu sua mulher num aparente suicídio, mas ele não acredita nisso e tenta provar isso. Todos eles possuem um fator em comum, não são completos, sentem um vazio, cada um por seu motivo.


A caminho do trabalho, o Quase Doutor é convencido por um senhor chamado Barfabel, completamente desconhecido a embarcar em um ônibus tão desconhecido quanto e em condições estruturais ruins. Mas algo o impulsiona a embarcar nessa viagem, que logo se mostra muito intensa. A Quase Viúva passa a acreditar que alguém quer matar seu noivo, e essa pessoa está dentro do hospital no qual ele trabalhava e está internado. E o Quase repórter começa a teorizar que sua mulher foi assassinada, e adivinha onde todos eles acham que as respostas estão? No ônibus que o Quase Doutor está.



 

Eles acabam em um lugar que nem parece possível, e nele precisam passar por coisas que vão forjar sua coragem, pois eles precisam enfrentar medos e questões difíceis em relação às perdas que tiveram.

Vou ser bem sincera, eu meio que abandonei o livro. Acho que fui uma das poucas pessoas que não conseguiu seguir em frente com a leitura. Li mais ou menos uns 60%, me forçando a seguir em frente, mas chegou num ponto que não deu mais. Desde o início, achei a narrativa muito muito arrastada e eu tinha a sensação de que nada de interessante estava acontecendo. Consigo ver o tom de “superação” e liberdade que o livro traz e que todos comentam nas suas resenhas , mas mesmo assim, isso não foi suficiente pra eu me sentir motivada a ler.

O livro é narrado na primeira pessoa, intercalando os três personagens, onde cada um mostra sua realidade, até onde eu li, a trama que eu me sentia menos entediada lendo foi a do Quase Repórter. Talvez o problema seja eu e o momento em que eu li o livro, não estão compatíveis. Posso tentar mais na frente, e mudar de opinião. Ou não.


Infelizmente não foi uma leitura que me animou, e eu fiquei muito presa nele, é o fato de eu me sentir “obrigada” a ler porque muita gente me falou que a história melhoraria me fez ter uma leve ressaca.


Não considerem só a minha opinião, porque ela foi minoria hahaha.


Um comentário:

  1. Oi, Ana
    Eu gostaria muito de ler o livro mas também não sou daquelas que sente uma necessidade desesperada em ler. Já imaginei que seria uma leitura um pouco lenta devido ao enredo, mas é uma pena que não funcionou pra você.
    Beijos!

    http://www.suddenlythings.com/

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